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Roland JV880 modulo Multitimbral sintetizador na sommexe celzap 21-964661433

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Preço: R$ 800,00
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Descrição do produto

 O JV-880 é a versão em módulo do teclado JV-80, um dos projetos mais interessantes desenvolvidos pela Roland ultimamente, resultado de uma evolução gradual que vêm sofrendo seus sintetizadores. A primeira impressão que temos do JV-880 é de um equipamento robusto, o que dá para perceber até pelo botão de liga/desliga do aparelho. O gabinete possui as dimensões frontais de uma unidade de rack de 19, mas com uma profun-didade razoável (como o antigo U-220).

O painel frontal possui uma tomada de 1/4 para conexão de fones, um botão rotativo para controle do volume geral, um display verde com duas linhas de 24 caracteres, um botão rotativo para seleção de timbres e de valores de parâmetros de edição, dois botões para controle do cursor no display, e dez botões (com leds indicativos) para acessar as funções do equipamento. No painel, há ainda dois slots para inserção dos cards de expansão (opcionais) de waveforms (PCM) e timbres.

O botão de volume tem dupla função, e também pode ser usado para tocar notas do timbre selecionado, bastando para isso pressioná-lo para dentro (e as notas que ele toca podem ser programadas pelo usuário). Esse é um recurso interessante e útil para se ouvir os timbres do JV-880 quando ele não está conectado a nenhum teclado ou outro controlador MIDI.

Os controles deslizantes existentes no JV-80 - úteis não só a performance, mas também auxiliam muito na programação de sons - não foram incluídos no painel do JV-880, certamente por falta de espaço. 

A memória interna do JV-880 pode ser expandida até 12 MB (adicionando mais 224 waves e 145 timbres), instalando-se uma placa de expansão opcional. Há duas placas de expansão disponíveis, uma pop, com timbres atuais, e outra clássica, com timbres de orquestra. A instalação da placa é muito simples, bastando abrir uma pequena tampa existente na parte superior do gabinete, numa operação que não leva nem cinco minutos, e pode ser feita por qualquer pessoa que saiba usar uma chave de parafuso.

Editar parâmetros no JV-880 não é um processo dos mais cômodos, pois todas as operações são efetuadas por meio de um botão rotativo que ajusta os valores dos parâmetros, dois botões que movem o cursor no display, visualizando-se o processo no display de duas linhas. Mas, após algum tempo de prática, o usuário acaba se ambientando e passa a operar com mais rapidez.

ARQUITETURA
A síntese de sons no JV-880 segue o padrão da Roland, descen-dente da arquitetura do famoso D-50, baseada em tones e patches. Um patch pode ser composto por até quatro tones, cada qual podendo usar uma amostra (waveform) diferente. O processo de síntese é feito a partir da amostra (WG), posteriormente alterada por um filtro (TVF), um amplificador (TVA), e respectivos geradores de envoltória. Assim, cada tone pode produzir um timbre próprio, e a combinação deles (até quatro num patch) resulta em sons bastante ricos e complexos.

O JV-880 pode operar em dois modos: patch e performance. No primeiro, o instrumento só usa um único patch, sem recursos multitimbrais. No modo performance, no entanto, o JV-880 atua como um instrumento multitimbral, dispondo de sete partes timbrais e mais uma parte de ritmos. Cada parte timbral pode usar um patch diferente, e épossível ajustar livremente os canais de MIDI de recepção de todas as partes timbrais.

Os dois processadores de efeito estão disponíveis em ambos os modos, sendo que na performance todas as partes timbrais usam os mesmos efeitos.

SONS
Os sons do JV-880 podem ser construídos a partir de amostras digitais de sons convencionais (piano, sax, cordas, etc) e também de sons sintéticos (onda quadrada, dente-de-serra, etc). Observando a estrutura de cada tone, percebe-se que o processo de síntese se inicia a partir de uma das amostras (waveform) disponíveis no WG (Wave Generator), que pode ser processada ou não por FXM (Frequency Cross Modulation), um processamento algo similar a um ring modulator. No WG, pode-se efetuar de várias formas o controle de pitch (afinação) de cada tone: transposição, ajuste fino (detune), efeitos de pitch aleatório e de porta-mento. Pode-se ainda ajustar de formas diferentes a escala de afinação das notas ao longo do teclado. 

A dinâmica da amplitude do som é controlada no TVA (Time Variant Amplifier), que possui um gerador de envoltória próprio, e também oferece diversas curvas de resposta à inten-sidade do toque do músico, permitindo ainda posicionar o som no stereo (pan) de forma fixa, ou de acordo com a posição da tecla (um som de piano, por exemplo, pode ter suas notas posicionadas gradualmente ao longo do stereo, graves para a esquerda, agudas para a direita, simulando a situação real do som ouvido pelo pianista).

As respostas do WG, do TVF, do TVA podem ser ajustadas para diferentes sensibilidades ao key velocity (inten-sidade com que se pressiona a tecla), possibilitando assim um controle de expressividade extremamente poderoso sobre os parâmetros do som. Os tempos dos estágios (attack, decay, sustain, release) dos geradores de envoltória que controlam TVF e TVA também podem ser dependentes da intensidade do toque ou mesmo conforme a posição da nota (tecla).

Os patches estão armazenados em três bancos: A, B e Internal. Os bancos A e B (cada um com 64 patches) são memória ROM, e não podem ser apagados. Infe-lizmente, a Roland não colocou todos os melhores patches nesses bancos, e há alguns quase iguais (e que não poderão nunca ser substituídos!). Outro inconveniente é que os patches não usam um padrão de extensão de oitavas dos instrumentos: há pianos cujas oitavas estão diferentes (A01 e A02, por exemplo), o que obriga ao músico a pular as mãos ao passar de um patch para o outro. O mesmo ocorre com alguns violões (por ex: A34 e A36).

Para quem quer um instrumento mais completo, é extremamente recomendável instalar a expansão de memória, onde há timbres excelentes, como os saxes, o violino e o cello solo, tuba, metais e fantásticas guitarras com dis-torção, que deixam até guitarristas boquiabertos. A expansão é um custo a mais que realmente compensa.

PARTE RÍTMICA
O JV-880 dispõe de uma parte timbral exclusiva para sons de percussão. Há três kits de percussão: dois fixos (presets) e um programável. Na parte rítmica pode-se editar, individualmente para cada peça, diversos parâmetros, tais como: waveform, afinação, envoltórias de TVA e TVF, freqüência de corte, ressonância, pan, volume, intensidade de reverb e chorus. É possível também definir quais as notas MIDI que controlam cada peça de percussão. Com toda essa flexibilidade, pode-se criar timbres de percussão bastante personalizados.

EFEITOS E OUTROS RECURSOS
São duas linhas de efeitos: uma de reverb e outra de chorus. Há três tipos de chorus, cada qual com uma característica diferente de atuação, e em todos três pode-se ajustar nível, profundidade, velocidade e realimentação. Já o reverb possui seis tipos (ROOM1, ROOM2, STAGE1, STAGE2, HALL1, HALL2), e mais dois tipos de delay, todos eles podendo ser ajustados em nível, tempo de atraso e realimentação.

Há também a possibilidade de se usar escalas musicais não-temperadas, afinando-se cada nota em passos de centésimos de tom. A afinação pode ser criada para cada patch no modo de operação patch, ou então para cada parte timbral, no modo de operação performance, e pode ser ativada ou não por uma única função.

Existem ainda diversos outros detalhes operacionais bastante interessantes, como a possibilidade do usuário definir se o timbre selecionado ao ligar-se o equipamento será o default (I01) ou o último timbre usado. O contraste do display também é programável, bem como é possível habilitar ou não a recepção de qualquer comando MIDI (reverb, chorus, prog. change, bank select, control, volume, modulation, pitchbend, aftertouch, e sysex).

MIDI
A implementação de MIDI é bastante completa (e bem documentada no manual). O JV-880 reconhece aftertouch, e praticamente todos os controles MIDI (incluindo bank select). Até mesmo key velocity de note off é reconhecido, embora não tenha sido verificada nenhuma utilização efetiva disso no equipamento. A nível de controlabilidade via MIDI, o JV-880 é bastante versátil, pois permite endereçar, independentemente, os comandos de modulation (MIDI control no.1), aftertouch e pedal de expressão (MIDI control no.11) para controlarem até quatro parâmetros dentre 12 acessáveis. Isso possibilita, por exemplo, controlar a freqüência de corte do TVF por meio do aftertouch, ou a velocidade do LFO pelo controle de modulation, ou o volume pelo aftertouch, etc.




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